terça-feira, 25 de outubro de 2011

Projetos – Layout site – Professor Milton

O layout do site, menu, são de fácil entendimento, e consistente de uma página a outra. Isso faz com que seja fácil para os visitantes, bem como aos sistemas de buscas, entenderem como se navega através do site. Os links nos textos estão de fácil entendimento, deixando os usuários com maior comodidade.

O site foi projetado com um sistema de navegação simples, estética que joga um importante factor no sucesso do site.

As cores estão em continuidade ao padrão web.
Os textos são das mesmas fontes, trazendo uma boa aparência.
Todos o projeto tem a compatibilidade com os padrão web, (http://www.w3.org/).

Coxa e sobrecoxa de frango

Ingredientes

  • 10 colheres (sopa) de suco de limão
  • 1 colher (chá) de gengibre ralado
  • 1/2 colher (chá) de sal
  • 4 coxas e sobrecoxas sem pele e desossadas
  • 2 xícaras (chá) de brócolis cozido
  • 1 embalagem de creme de legumes KNORR
  • 1 xícara (chá) de maionese Hellmann's light

Para prender e amarrar

  • palitos de madeira

Para untar

  • óleo
Ingredientes - fonte : http://www.receitas.com/
Professor: Milton
Aluno: Agustinho

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

TEORIA DE ITTEN - Professor Milton

TEORIA DE ITTEN

A teoria das cores sazonais foi inspirada nos estudos do artista e colorista Johannes Itten, da famosa escola Navhas, na Alemanha. Ele descobriu a força do colorido físico, na escolha de cores que os estudantes faziam para a própria pintura. Observou que as cores pessoais dos alunos eram, consistentemente, as complementares para os seus tons de pele, cabelo e olhos, tanto em tonalidades, como em intensidade. As teorias desenvolvidas por Itten tinham por objetivo o “Eu”: os estudantes deviam procurar o seu próprio ritmo e desenvolver uma personalidade harmoniosa. Itten foi uma figura dominante durante a primeira fase da Bauhaus tendo influência nas oficinas, na organização e na estruturação de cursos.

Bauhaus 1919 – 1933 – Alemanha
Congregou importantes criadores de vanguarda, que fixaram algumas diretrizes estéticas que iriam prevalecer em todo o mundo durante o século XX. A Bauhaus combatia a arte pela arte e estimulava a livre criação com a finalidade de ressaltar a personalidade do homem. Mais importante que formar um profissional, era formar homens ligados aos fenômenos culturais e sociais mais expressivos do mundo moderno. Por isso, entre professores e alunos havia liberdade de criação, mas dentro de convicções filosóficas comuns. O ensino era suficientemente elástico, com a participação, na pesquisa conjunta, de artistas, mestres de oficinas e alunos. De tal maneira a filosofia da Bauhaus impregnou seus membros que sem demora se definiu um estilo em seus produtos despidos de ornamentos, funcionais e econômicos, cujos protótipos saíam de suas oficinas para a execução em série na indústria. O estilo Bauhaus era fruto do pensamento dos professores, recrutados, sem discriminação de nacionalidade, entre membros dos movimentos abstrato e cubista.

A metodologia de Johannes Itten era baseada em dois conceitos opostos: intuição e método ou experiência subjetiva e cognição objetiva. Na Bauhaus desenvolveu um curso preliminar – Vorkus – , cujo objetivo era “eliminar da mente do aluno todos os preconceitos que eles traziam, fazendo-os recomeçar a partir do zero.” O desejo de Itten era o de libertar o poder criativo individual do aluno e dar-lhe uma nova compreensão dos materiais e da Natureza, familiarizando–o com os princípios básicos, subjacentes a toda atividade criativa nas artes visuais, permitindo que cada aluno trabalhe na sua habilidade especifica.



Baseado nos estudos de Itten, Robert Dorr criou o Color Key System, que revolucionou a indústria de cosméticos, por classificar as peles em quentes ou frias.

Suzanne Caygill fez a mais profunda pesquisa de cores de pele, identificando 32 tipos, nos anos 40. Para simplificar o uso da cor e identificar o tipo de pele, desde então as peles estão classificadas em quatro grupos.

Quem mais difundiu este conceito nos últimos anos foi Claude Juillard, co-autor do livro Formes et Couleurs, mas antes dele, várias outras pessoas se dedicaram a manter esse conceito vivo. Claude foi o primeiro a criar um método, baseado na análise do comportamento (linguagem corporal) e nas características físicas. Foi um avanço grande, mas ainda limitado à percepção de como uma pessoa está e não de quem ela é.

Nos anos de 1980, consultoras de moda e imagem norte-americanas e européias, entre elas Carole Jackson, adaptaram os estudos do Sistema Sazonal de Cores desenvolvido por Itten, para a moda, aprimorando as cartelas de cores pessoais de guarda-roupa, acessórios, maquiagem e tinturação de cabelos para cada tipo cromático.

As cores que não pertencem à nossa cartela tornam nossa pele pálida, avermelhada ou esverdeada, desfavorecendo nossa imagem e causando um impacto negativo. As cores pessoais iluminam o rosto, e, em sintonia com a cor da roupa, acessórios e cabelos, favorecem a aparência como um todo, tornando-a mais interessante, harmoniosa e atraente.

 Fonte: Personal Stylist

Goethe - Professor Milton



Goethe


Vários cientistas e artistas do século passado, dedicaram-se à procura da harmonia cromática. Desta forma, surgiram os primeiros sistemas (teorias da cor) de Goethe e Newton. Os seus sistemas compunham-se por figuras bidimensionais (circulares ou poligonais) e formavam-se através de cores puras e suas misturas.
 

Mais tarde, chegaram à conclusão que a representação das cores deveria ser tridimensional.
Assim surge o Sistema de Chevreul, onde para além das cores puras e suas matrizes, também se aplica a utilização de um eixo vertical que indica o brilho e a saturação da cor. Este sistema é constituído por um hemisfério que está rodeado pelas cores puras e as que resultam das suas misturas, e estas vão clareando até ao branco que se situa no centro do mesmo.
Outro exemplo é o sistema Esférico, de Otto Runge, que pretende descrever e encontrar harmonias cromáticas. Aqui, as cores puras e suas misturas situam-se no equador da esfera, e enquanto se aproximam do centro, pendem para a cor cinzento médio. Assim, as cores tornam-se escuras em direcção ao pólo inferior até atingir o preto, e tornam-se claras , até ao pólo superior, atingindo o branco. No interior da esfera verificam-se as variadas sucessões de cores e possíveis combinações entre cores puras, branco e preto.
Estes são alguns exemplos de teorias desenvolvidas sobre a cor e a forma como a organização da mesma poderia ser racionalizada, no entanto existem  muitas obras de arte que surgiram sem se comandarem por elas. Esta postura de vários artistas, vem contradizer o principio destes sistemas, pois claramente indica que a harmonia entre as cores não tem que ser necessariamente objectiva e que elementos subjectivos de quem está a criar, como a sensibilidade a memória cromática do indivíduo, entre outros, condiciona igualmente a harmonia entre as cores.
Paralelamente, não pode ser esquecido a forma como a cor surge ao olho humano e ainda a interferência que a luminosidade poderá ter sobre a mesma.



Roda criada por Goethe em 1810
No século XIX o poeta Goethe se apaixonou pela questão da cor e passou trinta anos tentando terminar o que considerava sua obra máxima: um tratado sobre as cores que poria abaixo a teoria de Newton.
A principal objeção de Goethe a Newton era de que a luz branca não podia ser constituída por cores, cada uma delas mais escura que o branco. Assim ele defendia a idéia das cores serem resultado da interação da luz com a "não luz" ou a escuridão.
Por exemplo, o experimento da luz decomposta em cores ao passar por um prisma foi explicado por ele como um efeito do meio translúcido (o vidro) enfraquecendo a luz branca. O amarelo seria a impressão produzida no olho pela luz branca vinda em nossa direção através de um meio translúcido. O sol e a lua parecem amarelados por sua luz passar pela atmosfera até chegar a nós. Já o azul seria o resultado da fuga da luz de nós até a escuridão. O céu é azul porque a luz refletida na terra volta em direção ao espaço negro através da atmosfera. Da mesma forma o mar, onde a luz penetra alguns metros em direção ao fundo escuro. Ou as montanhas ao longe que parecem azuladas. O verde seria a neutralização do azul e do amarelo. Como no mar raso ou numa piscina, onde a luz refletida no fundo vem em nossa direção (amarelo) ao mesmo tempo que vai do sol em direção ao fundo (azul). A intensificação do azul, ou seja a luz muito enfraquecida ao ir em direção à escuridão torna-se violeta, do mesmo modo que o amarelo intensificado, como o sol nascente, mais fraco, e tendo que passar por um percurso maior de atmosfera até nosso olho fica avermelhado.
A interpretação do arco íris é assim modificada. Os dois extremos tendem ao vermelho, que representa o enfraquecimento máximo da luz.
E ele realmente descobriu aspectos que Newton ignorara sobre a fisiologia e psicologia da cor. Observou a retenção das cores na retina, a tendência do olho humano em ver nas bordas de uma cor complementar, notou que objetos brancos sempre parecem maiores do que negros.
Também reinterpretou as cores, pigmentos de Le Blon, renomeando-os púrpura, amarelo e azul claro, se aproximando com muita precisão das atuais tintas magenta, amarelo e ciano utilizadas em impressão industrial

Fontes: http://olhandoacor.web.simplesnet.pt/index.htm
            http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_das_cores





terça-feira, 27 de setembro de 2011

Trabalho do Professor Milton

Em sala de aula:
  26/09/2011

http://www.yahoo.com.br/

ü  O site Yahoo.com.br  mesmo com uma grande quantidade de  informações, demonstra uma boa continuidade visual, tornando legível ao usuário final.
ü  As fontes usadas no site nós permite uma boa visualização dos textos, caracterizando uma fonte tradicional.
ü  O site é de cores calmas, não trazendo poluição visual, e com o objetivo maior de destacar suas informações.
ü  Podemos ver com clareza as separações dos temas nos menus, facilitando uma boa navegação do site, trazendo assim uma facilidade para buscá-la de informações dos temas desejados.
ü  As imagens são postas de forma a esclarecer sobre o assunto, deixando claros e objetivos as informações, que abrangem diversões públicas, pois vemos que o seu conteúdo informa desde noticias políticas há entretenimento.



ü  O site lalalalalalalalalalalalalalalalalala.br  alem de ter um pequena quantidade de  informações, demonstra uma verdadeira desorganização, o usuário não consegue compreender o conteúdo que o site quer transmitir. O seu visual não está em boa continuidade.

ü   As fontes usadas no site não esta de fácil compreensão.

ü   O site é de cores calmas carregadas, aonde cansa visualmente o usuário, trazendo poluição visual.

ü  Não vemos  com clareza as separações dos temas nos site, não facilitando a boa navegação do site, dificultando a  busca por informações desejados.

ü  As imagens são postas de forma a confundir o usuário, aonde suas propagandas não estão de acordo com as imagem predominante do site .

Alunos:
Juarez
Agustinho